Detecção e reconhecimento de faces distorcidas por artefatos de compressão

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Fernando Rodrigues Trindade Ferreira
Carla Liberal Pagliari

Resumo

Os sistemas de reconhecimento de faces permitem diversas aplicações, tais como controle de acesso, identificação biométrica e vigilância. É apresentado um estudo sobre a resiliência dos detectores e reconhecedores faciais perante faces distorcidas por artefatos de compressão. São utilizados os seguintes padrões de compressão JPEG, JPEG2000, H.264/ AVC e HEVC. Para reconhecimento de faces, são estudados dois algoritmos: o LBP o PCA. Este trabalho propõe uma combinação das versões do detector Viola-Jones, Face e UpperBody, visando mitigar a ocorrência de falsos-positivos. Uma outra contribuição deste trabalho é o uso de sequências de imagens/vídeos, originais e codificadas, além do uso dos tradicionais bancos de faces para a detecção e reconhecimento facial. Os resultados mostram que a taxa de desempenho do LBP em relação ao PCA foi bem maior, uma vez que o LBP é mais robusto às alterações impostas pelos artefatos de codificação, uma vez que efetua a análise de texturas das imagens.

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Como Citar
Ferreira, F. R. T., & Pagliari, C. L. (2018). Detecção e reconhecimento de faces distorcidas por artefatos de compressão. Revista Militar De Ciência E Tecnologia, 35(2), 31–37. Recuperado de https://decex.nucleoead.net/ebrevistas22/CT/article/view/1957
Seção
Artigos