Fatores associados ao tempo de permanência em atividade dos militares trajando Equipamento de Proteção Individual contra Agentes Nucleares, Biológicos, Químicos e Radiológicos

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Felipe Kohn Martins
Maria Elisa Koppke Miranda
Bruno Ferreira Viana
Pedro Moreira Tourinho
Ulisses Tirollo Taddei
Priscila dos Santos Bunn

Resumo

O objetivo deste artigo foi investigar os fatores que podem aumentar ou diminuir o tempo em que o militar consegue permanecer em atividade utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), bem como fornecer auxílio para os decisores do nível tático de que as influências podem ser determinantes para o tempo no cumprimento das diversas missões de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (DefNBQR). Esta análise se trata de uma revisão da literatura cujos artigos revisados apresentaram como fatores influenciadores no tempo de tolerância, em maior grau, o estado de hidratação prévio à atividade, o clima, a demanda física da tarefa e o tipo de EPI; e, em menor grau, a condição aeróbica, o  sexo, a composição corporal e a aclimatação. Também foi observada a eficácia dos métodos de resfriamento extra e intracorporal no prolongamento do tempo de permanência.

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Detalhes do artigo

Como Citar
MARTINS, Felipe Kohn; MIRANDA, Maria Elisa Koppke; VIANA, Bruno Ferreira; TOURINHO, Pedro Moreira; TADDEI, Ulisses Tirollo; BUNN, Priscila dos Santos. Fatores associados ao tempo de permanência em atividade dos militares trajando Equipamento de Proteção Individual contra Agentes Nucleares, Biológicos, Químicos e Radiológicos. Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares, [S. l.], v. 17, n. 59, p. 237–257, 2023. DOI: 10.52781/cmm.a102. Disponível em: https://decex.nucleoead.net/ebrevistas/RMM/article/view/10837. Acesso em: 5 abr. 2026.
Seção
Artigos Científicos